quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012


Você habilita geolocalização no iOS? Cuidado: suas fotos e vídeos podem estar nas mãos de terceiros

Aplicativos que pedem autorização para compartilhar local em que foto foi tirada permitem que desenvolvedores acessem dados do usuário





Compartilhamento de geolocalização no iOS
Ao autorizar o compartilhamento de localização no iPhone, o album de fotos do usuário pode ser armazenado e acessado por desenvolvedores, assim como a lista de endereços, segundo oNew York Times.
 
Antes de um aplicativo usar a localização do usuário, uma mensagem aparece na tela pedindo autorização para compartilhar a informação. Segundo desenvolvedores de apps, ao aceitar esse aviso, o usuário também tem o álbum de fotos liberado.
 
O recurso foi incluído no iOS 4 para permitir que aplicativos usassem informações do lugar no qual as fotos foram tiradas. O problema é que, além de coletar dados da localização onde a câmera foi usada, o recurso também permite acesso a todo o álbum de fotos.
"O histórico de localização, assim como as fotos e videos, podem ser enviados para um servidor. Assim que os dados estão fora do dispositivo iOS, a Apple não tem mais controle algum sobre o uso deles", disse Dedic E. Chen, co-fundador da desenvolvedora de apps Curio.
 
A Apple não considera a questão como uma falha do sistema, e não há informações de aplicativos que tenham usado esses dados de maneira maliciosa, mas o fato é preocupante para usuários que não desejam que suas fotos sejam copiadas para servidores desconhecidos.
 
David Jacobs, do Electronic Privacy Information Center, alertou para alguns dos usos maliciosos que podem ser feitos com as fotos dos usuários. "Vimos casos de celebridades e famosos que tiveram fotos vazadas no passado. Há um motivo para pensar que, se for fácil fazer isso, mais pessoas farão", disse. "A Apple e os desenvolvedores deveriam informar os usuários do que eles estão autorizando", finaliza.

Fonte: OLHAR DIGITAL

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Lançada edição n.34 da Revista Espírito Livre!

Posted by admin On fevereiro - 20 - 2012
Revista Espírito Livre - Ed. #034 - Janeiro 2012
Revista Espírito Livre - Ed. #034 - Janeiro 2012
Revista Espírito Livre - Ed. n #034 - Janeiro 2012
Revista Espírito Livre - Ed. n #034 - Janeiro 2012
O ano de 2012 começa animado para uns e paradão para outros. Enquanto alguns de nós simplesmente não sabe o que são férias, outros conseguem a tão sonhada paz de espírito em um mês quase “morto” em nosso calendário. Mas como assim um mês morto? Simples. A quem diga que o ano realmente só começa depois do nosso amado e odiado Carnaval. E não é pra menos. Vários de nós só faz planos realmente para depois deste feriado. E o que isso tem a ver com tecnologia? Tudo! Afinal, a rede não para, as conexões não param, os servidores não param para uma folga de fim de semana ou feriado prolongado. Pense por um instante: em qual momento os seus processos no servidor estão mais desprotegidos? No momento em que você está com o terminal aberto, monitorando as ações do servidor ou no meio da noite, enquanto muitos de nós dormem e alguns poucos navegam pela estrada da informação? Pense nisso. Ainda tem mais: e quando você dorme com o inimigo, tendo ao lado de sua mesa alguém que pode por em risco toda sua infraestrutura de dados? Mas quem invade um sistema comprometendo-o a ponto de inutilizá-lo é o mesmo que lhe informa, reportando sobre um bug no seu sistema? Você realmente acha que estes indivíduos são todos iguais? Pense de novo, afinal não podemos afirmar que um chaveiro é também um arrombador, como bem esclarece Wilkens Lenon em seu artigo. Alguns veículos de mídia normalmente colocam todos “dentro do mesmo balaio”, como se hackers, crackers, piratas, ativistas, usuários, fossem todos a mesma coisa, o que não é bem verdade. Talvez isso ocorra pra privilegiar alguns poucos ou simplesmente por falta de informação. Mas será mesmo falta de informação quando estamos falando justamente da sociedade da informação (e conhecimento)?
O tema de capa desta edição é bastante controverso, polêmico, por muitas vezes confuso e divide opiniões, já que muita gente diz muita coisa a respeito do tema. Alguns falam sem conhecimento de causa, simplesmente por que leram um texto ou tutorial na rede, e se colocam como se fossem hackers, por exemplo. Enquanto outros, por anos não puderam sequer se aproximar de algum computador ou celular. Sendo assim, de certa forma é compreensível haver tanta dúvida sobre o tema. Alguns são contra os hackers, outros são a favor. E existem outros que são contra os crackers e acham que todos estes são a mesma coisa: vândalos ou simplesmente piratas. Piratas de computador. Alguns, para se beneficiar, buscam criar legislações em países e/ou grupos para tratar os crimes cibernéticos. Leis que bloqueiam isso e aquilo, vasculham e peneiram seus dados, filtrando sabe lá o que. O que sabemos é que com o avanço da tecnologia, teremos cada vez mais novos dispositivos para saciar nossa ânsia e gosto por novidades, mas também teremos a nossa disposição (e também contra nós), cada vez mais possibilidades. Talvez sejam exatamente as possibilidades que todos estes buscam. Os mocinhos e também os bandidos.
E ficam algumas questões para reflexão: você já pensou na sua vida sem a presença dos hackers? Já pensou em todos os equipamentos que você já destravou, desbloqueou, dando aquele “jeitinho” ou com aquela gambiarra? Já pensou em todas as facilidades que os hackers trouxeram a sua vida e em todos os sistemas que você provavelmente usa justamente porque um hacker o fez e disponibilizou na rede? E pior, imagine se todos eles resolvessem cruzar os braços?
Em meio a esta confusão toda, tivemos o prazer de conversar com o Barba Ruiva (personagem criado por Alexandre Oliva). Barba Ruiva nos esclarece alguns pontos importantes em toda essa temática. Esperamos vê-lo por aqui outras vezes, mesmo este sendo um camarada muito ocupado.
Então cuidado ao confundir crackers, hackers, piratas, newbies, usuários avançados, peritos, modders e tantos outros, afinal, mocinhos e bandidos não são a mesma coisa. Seus propósitos são diferentes. E mais: ninguém gosta de ser confundido com o seu oposto.
Um grande abraço!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

FBI pode desligar servidores e impedir acesso de milhões à internet no dia 8 de março

Departamento americano deve substituir seus antigos DNS até março para evitar que milhões de usuários fiquem sem acesso à web.


FBI (Reprodução)
FBI
De acordo com os sites Digital Trends e BetaBeat, o FBI, poderá ser forçado a desligar milhares de servidores DNS (sistemas que abrigam os nomes de domínio dos sites da web) para conter um poderoso vírus, o que deve derrubar o acesso à internet para milhões de usuários de todo o planeta.
Os servidores DNS foram instalados pelo FBI no ano passado para evitar a propagação de malwares conhecidos como Trojan DNSChanger, mas a ordem judicial que permitiu a substituição desses servidores expira em 8 de março deste ano.
O DNSChanger é um vírus que modifica as configurações de DNS dos computadores e redireciona páginas e resultados de pesquisas dos usuários para sites infectados ou de origem maliciosa, além de bloquear o acesso a links que possam oferecer soluções de como limpar a máquina dessa ameaça.
Em novembro de 2011, autoridades americanas prenderam seis homens na Estônia pela criação e disseminação do DNSChanger. Segundo o próprio FBI, o malware atinge computadores em mais de 100 países, incluindo meio milhão de PCs só nos Estados Unidos. Para encontrar formas de erradicar o vírus, o FBI substituiu os servidores infectados por novos aparelhos, o que deu a empresas e usuários com máquinas contaminadas a chance de limpar seus dispositivos.
Ainda assim, o jornalista de cibersegurança Brian Krebds relata que o DNSChanger está nos sites de 27 das 55 entidades governamentais mais importantes do mundo, além de metade das companhias listadas pela Fortune 500 (ranking dos grupos empresariais mais bem sucedidos). Vale lembrar que nessa lista estão organizações como Intel, Verizon, General Motors, HP, Walt-Mart, Apple, Microsoft, Dell, Walt Disney, Amazon, Google, American Express, Oracle, entre outras.
Se a ordem judicial de atualização não for prorrogada para depois de 8 de março, o FBI será legalmente obrigado a desligar os servidores para então limpá-los dos malwares, fazendo com que o acesso à internet dos usuários ainda infectados com o vírus seja bloqueada.
O Digital Trends explica que usuários, empresas e outras agências podem consultar se seus sistemas estão contaminados com o DSNChanger através do site DCWG.org.

FONTE: OLHAR DIGITAL - 22 de Fevereiro de 2012

sábado, 21 de janeiro de 2012

Nasa lança portal para projetos de código aberto


Página visa estimular desenvolvimento dos projetos da agência junto com à comunidade open source; organização planeja abrir mais códigos em breve.

A Nasa (Agência Espacial dos EUA) anunciou nesta semana, por meio de seu blog, o lançamento de um site para o desenvolvimento de softwares de código aberto.
Atualmente, a página code.nasa.gov abriga um diretório dos projetos open source da organização e ainda fornece acesso aos documentos dos seus processos de programas de código aberto.
O objetivo da agência é que no futuro o portal funcione como uma central (hub) de desenvolvimento de código aberto. Para isso, é planejada a adição de um fórum e ferramentas de colaboração para facilitar a vida dos desenvolvedores que quiserem levar os projetos da Nasa para o mundo código aberto.
Os projetos inicialmente listados no novo site da Nasa incluem um mapeador lunar e um kit de ferramentas para determinação de órbita. No entanto, apenas alguns deles já possuem seu código aberto na página, enquanto a agência que os outros códigos chegarão “em breve”.
Como informa o Ars Technica, a Nasa possui um histórico antigo em produzir de maneira colaborativa com a comunidade de código aberto. Os projetos anteriores variavam de ornamenta rastreadores de erros (bug trackers) até criar soluções open source mais escaláveis para computação na nuvem.
Recentemente, a agência lançou outra novidade no mundo digital, uma rádio online que mistura rock e tecnologia chamada Third Rock.

Por Da Redação

Publicada em 06 de janeiro de 2012 às 16h13

Atualizada em 06 de janeiro de 2012 às 16h28

terça-feira, 17 de janeiro de 2012


Lançada edição n.33 da Revista Espírito Livre!

POSTED BY ADMIN ON JANEIRO - 16 - 2012
Revista Espírito Livre - Ed. #033 - Dezembro 2011
Revista Espírito Livre - Ed. #033 - Dezembro 2011
Mais um ano termina. Desejos e expectativas nos movem em direção a novo ano. O ano de 2012 surge em meio a tempos nebulosos para certos assuntos ligados a tecnologia e software livre. Para muitos outros 2012 promete. Mas o que exatamente ele promete? Será que será o “Ano do GNU/Linux no desktop”? Para muitos, o ano do GNU/Linux no desktop já veio e já se foi. Afinal para muitos ele já ocupa lugar privilegiado no desktop. Outros esperam que ele fique ainda nais fácil e intuitivo. Cada um a seu tempo.
Em paralelo, convido os leitores a buscarem o manual de suas TVs. Neste fim de ano, muita gente adquiriu novos televisores, e vários modelos disponíveis no mercado “abrem” os populares tipos de arquivos que costumamos usar em nossos computadores: arquivos de áudio, foto e vídeo. O convite para verificarem os seus respectivos manuais tem um motivo simples, diga-se passagem, mas que merece ser mencionado: é bem provável que sua tv esteja equipada com software livre e você nem sabe. Então vale a pena dar uma olhada. Se já perdeu o manual, busque-o na web, isto não será uma tarefa difícil.
Esta dica sobre o “software” que roda em seu televisor serve inclusive para ser lançada diante dos incrédulos que insistem em dizer que software livre é coisa de amador. Talvez 2012 seja este, o ano do GNU/Linux no televisor, ou em outro dispositivo qualquer.
Quem sabe será o ano dos “embarcados”, ou ainda da telefonia móvel, movida a código aberto. E porque falo isso? Muitos já consideram que, usar o GNU/Linux no desktop está cada vez mais “mole”. O “tempo das complicações” já passou e quem teve que passar grande parte da instalação de sua distribuição preferida configurando todos os dispositivos “na unha” é que sabe… Diga-se de passagem, o Linux Mint que cumpre com respeito seu propósito de entregar ao usuário final uma distribuição bonita, bem polida, com visual profissional e acima de tudo, fácil. Clement Lefebvre, este é o cara que conseguiu entender isso e moldar uma solução que atendesse aos anseios do público leigo. Fica aí a dica.
Mas e 2012? Como será? O que este novo ano nos espera e o que podemos esperar dele? Vários de nossos colaboradores tem suas próprias opiniões a respeito e merecem total atenção pois nos apresentam o que pode ser, o futuro.
Além destes, algumas séries de artigos têm continuidade nesta edição, como é o caso da série sobre Java 7, Zabbix e Certificações LPI. Os colaboradores envolvidos enviaram com bastante primor seus materiais e a todos estes o nosso muito obrigado.
A edição especial do I Fórum da Revista Espírito Livre está a caminho e em breve estará disponível para download. Assim como mencionei na edição passada, já estão sendo estudadas alternativas para realizarmos o evento em outras localidades neste ano de 2012. Então, se tem interesse em levar o evento para sua cidade, entre em contato! Um dos objetivos do evento é justamente este: aproximar leitores dos redatores e colaboradores da Revista Espírito Livre.
Continuamos por aqui, agora adentrando em 2012. Com muitos desejos e expectativas.
Um forte abraço a todos vocês e nos vemos por aí.