sábado, 23 de abril de 2011

Lançada edição n.24 da Revista Espírito Livre!

Posted by admin On abril - 1 - 2011
Revista Espírito Livre - Ed. #024 - Março 2011
Revista Espírito Livre - Ed. #024 - Março 2011
Revista Espírito Livre - Ed. n #024 - Março 2011
Revista Espírito Livre - Ed. n #024 - Março 2011
Neste mês de março, a Revista Espírito Livre fala de um assunto que para muitos é um bicho de 7 cabeças: Linguagens de Programação. Seja você desenvolvedor ou não, programar é um ato diário. Nossos familiares se programam para seus afazeres, seu filho se programa para passar no vestibular, você se programa para cumprir as suas obrigações. Programar-se é um ato cotidiano, e não exclusivo dos desenvolvedores de programas. Então porque inúmeras pessoas materializam na programação os “seus piores pesadelos”? Será algo realmente complexo? Será fácil até demais? A quem diga e até ignore tais dificuldades encontradas por várias pessoas nesse ramo da computação, que sempre carece de mão-de-obra qualificada para o mercado. Alunos de diversos cursos de computação encontram nesta parte da computação, grandes problemáticas, pois vários destes alunos sequer foram apresentados a noções de lógica, que é “o grande pilar” de qualquer processo de desenvolvimento. Quando este chega diante de uma linguagem de programação, sem a lógica necessária para escrever o código, começam a aparecer os problemas. Linguagens nada mais são que idiomas que tentam facilitar a comunicação entre homens e máquinas. E acredite, existem vários deles, dos mais simples aos mais complexos. Mas espere: simples pra quem? Para você ou para a máquina? Polêmicas a parte, as linguagens de programação são parte integrante de todo projeto de desenvolvimento de sistemas. Podem existir bons frameworks, boas IDEs, entretanto, sem uma boa linguagem de programação por trás disto tudo, de nada adianta.
Buscando responder algumas perguntas sobre este tema, bem como algumas indagações, que diversos desenvolvedores às vezes se fazem, fomos conversar com Bjarne Stroustrup, conhecido por ser o pai do C++. Porém vários outros colaboradores também enveredaram por este tema e trouxeram vários materiais de qualidade que também estão disponíveis ao longo da edição deste mês.
Flávio Apolinário apresenta de forma ampla principais gerações das linguagens e suas peculiaridades, facilitando com isso, a compreensão das diferenças entre elas. Hailton Lemos tenta responder qual a melhor linguagem de programação, questão esta que causa calafrios em alguns. Otávio Gonçalves Santana defende sua opinião ao afirmar porque a melhor opção é o Java. Wilkens Lenon fala sobre Ada Lovelace, a primeira hacker da história. Alexandre Oliva fala sobre linguagens e sobre sua relação com compiladores e programação. Roberto Salomon também fala sobre o tema, apresentando inclusive um trecho de código que o leitor pode testar em um endereço que o autor fornece ao final da matéria. Paulino Michelazzo fala da POG – programação orientada à gambiarra, dos riscos de se utilizá-la e de como fugir dela.
Além do tema de capa, inúmeras outras contribuições chegaram até nós e várias delas se encontram nesta edição. Julian Nascimento fala sobre redundância em servidores, Ricardo Ogliari fala sobre as facilidades de se navegar em dispositivos móveis, Klaibson Ribeiro explica como fazer sumários e paginação no LibreOffice, Thiago Rodrigues demonstra como alterar endereços MAC de interfaces de rede, entre outros.
A cada nova edição firmamos o compromisso de levar até o leitor, matérias inéditas e de relevância, apresentadas por vários profissionais, que, além de tudo, estão comprometidos em compartilhar conhecimento, disponibilizando material de qualidade e referência. E “logicamente”, não é novidade que, quem ganha com isso é você, caro leitor.
Um forte abraço a todos e rumo a edição de aniversário!
CAPA Revista BrOffice 20 RB 20 | BrOffice - Revolução Digital em Sumaré

A Revista, de uns tempos para cá, tem sido um canal de boas notícias trazidas de empresas nacionais e internacionais que migram para o LibreOffice, não porque é um software com custo zero de licença, mas porque trata-se de produto estratégico que atende todas as necessidades. No Brasil a situação é ainda melhor porque o governo federal está apoiando fortemente o software livre. Não cessam os exemplos de inclusão digital com software livre, equipamentos e Internet. Nessa edição, a radical inclusão digital na área da Educação na cidade de Sumaré, interior de São Paulo, com a compra de notebooks, lousas eletrônicas, novos equipamentos e até um ônibus com o objetivo de levar a inclusão para todos os cantos da cidade. Vamos conhecer a Gráfica Livre, uma micro empresa de Minas Gerais que resolveu trabalhar apenas com Software Livre oferecendo, inclusive, suporte para os seus clientes. Em artigo memorável, Roberto Salomon trata de um tema atual para a comunidade BrOffice e que também serve para todas as comunidades que tem o trabalho voluntário e colaborativo como sustentáculo. No segundo texto da Seção Espaço Aberto, Leonardo Cezar mostra a combinação perfeita entre o LibreOffice e o PostgreSQL. A edição traz também mais uma entrevista da série de desenvolvedores do LibreOffice.
Boa leitura! Participe: envie críticas e sugestões para revista(a)broffice.org
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